Festival Mundo Mangue

O mangue não é cenário: é território.

O Festival Mundo Mangue conecta arte urbana, cultura periférica, formação, sustentabilidade e memória para transformar os espaços públicos do litoral do Cabo de Santo Agostinho em lugares de criação, encontro e pertencimento.

Nossos Polos

Descentralização que cria raízes

Suape

No polo de Suape, a arte urbana dialoga com a paisagem industrial e a memória ancestral do território, ressignificando espaços.

Gaibu

Em Gaibu, a cultura periférica encontra o mar, com oficinas e intervenções que celebram a identidade local e a conexão com a natureza.

Itapuama

Itapuama se torna palco para a formação e o intercâmbio de saberes, com foco em sustentabilidade e vivências artísticas com a comunidade.

Enseada dos Corais e Engenho Tiriri

Nestes polos, o festival fortalece a rede cultural, promovendo encontros e ações que valorizam a memória territorial e a arte como ferramenta de transformação social.

Conexão

Entre o concreto e o mangue: a arte que enraíza o futuro.

O mangue não é cenário. É território de resistência, adaptação e conexão. No Mundo Mangue, a sustentabilidade atravessa a própria maneira de pensar e produzir o festival, unindo arte urbana e ações socioambientais que transformam o espaço e a consciência.

Acompanhe as ações territoriais de perto

Participe dos mutirões, vivências e intervenções que transformam o litoral do Cabo. Sua presença fortalece essa rede viva e expande o Mundo Mangue.